Domingo, 6 de setembro de 2026
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O que pode entrar no avião em voos nacionais e internacionais
Foto: Matthew Yong/Unsplash
Viagem

O que pode entrar no avião em voos nacionais e internacionais

Alimentos são permitidos em muitos casos, mas embalagens, líquidos, produtos perecíveis e regras do destino exigem atenção.

Levar alimentos no avião é permitido na maioria dos casos, mas as regras mudam conforme a companhia aérea, o tipo de produto e o destino da viagem. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não define normas muito específicas sobre o transporte de comidas e bebidas, por isso o passageiro precisa conferir as condições da empresa escolhida.

Voos dentro do Brasil

Em viagens nacionais, alimentos para consumo durante o voo podem ser transportados na bagagem de mão. Produtos líquidos ou cremosos, como bebidas, sopas e geleias, podem estar sujeitos a limites de quantidade e exigências de embalagem.

A Latam aceita alimentos tanto na bagagem de mão quanto na despachada. Os produtos precisam estar em embalagens fechadas, que evitem vazamentos e mau cheiro. A exigência também vale para itens perecíveis, como peixes e frutos do mar.

Na Azul, alimentos destinados ao consumo durante o voo podem ir na bagagem de mão, mas a companhia pode recusar produtos sem embalagem adequada. A Gol, por sua vez, tem regras mais restritivas para alimentos perecíveis em bagagens despachadas e informa que, em determinados destinos, nenhum item desse tipo é aceito.

Para líquidos na bagagem de mão, Latam e Azul permitem até 300 ml ou 300 g por recipiente. Na Azul, o total transportado não pode passar de 1,2 litro ou 1,2 kg. Na Latam, passageiros de voos domésticos podem levar até quatro embalagens, com capacidade máxima de 300 ml cada.

Bebidas alcoólicas também têm regras próprias. Na Latam, é permitido transportar até cinco litros por passageiro, somando bagagem de mão e bagagem despachada, quando o produto tiver teor alcoólico entre 24% e 70%.

Viagens internacionais

Em voos para outros países, além das normas de segurança dos aeroportos, é necessário observar as exigências sanitárias do destino. No Brasil, a Vigilância Agropecuária Internacional, conhecida como Vigiagro e vinculada ao Ministério da Agricultura, restringe a entrada de alguns produtos de origem animal e vegetal, incluindo carnes, frutas, vegetais e sementes.

As regras variam entre os países. No Chile, é proibida a entrada de produtos suínos provenientes da Espanha por causa da Peste Suína Africana. O país também exige a declaração de vários itens de origem animal ou vegetal na chegada.

Os Estados Unidos aplicam restrições à entrada de carnes, frutas e outros produtos agrícolas. Por isso, antes da viagem, o passageiro deve consultar as exigências do destino e declarar os alimentos quando as autoridades sanitárias solicitarem.

Como orientação geral, produtos industrializados e embalados costumam ser aceitos com mais facilidade. Alimentos frescos ou in natura podem sofrer restrições ou ser proibidos. Itens comprados no próprio terminal aeroportuário pouco antes do embarque podem ser consumidos a bordo, salvo em situações específicas definidas pela companhia aérea.

Texto produzido pela Redação Mosaico Vivo com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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