O gosto musical pode pesar na hora de escolher com quem se conectar. Uma pesquisa do Hinge no Brasil mostra que 38% dos entrevistados consideram a música um fator que influencia a escolha e a construção de uma conexão romântica. Os dados foram coletados em janeiro de 2026.
Entre a Geração Z, o percentual sobe para 39%. Já entre os Millennials, 37% dizem levar a música em conta ao decidir quem querem conhecer e com quem desejam criar uma conexão.
A diferença também aparece entre os gêneros. Para 41% dos homens entrevistados, o gosto musical tem forte influência nas decisões amorosas. Entre as mulheres, o índice é de 34%. No grupo de homens LGBTQIA+, a proporção chega a 47%.
Da playlist ao primeiro encontro
Artistas favoritos, shows marcantes e festivais na lista de desejos podem abrir espaço para conversas e revelar interesses compartilhados. A afinidade, porém, não depende de duas pessoas terem playlists iguais.
Apresentar um artista novo, comentar lançamentos, montar uma playlist em conjunto ou descobrir planos para o mesmo festival também pode criar oportunidades de troca. Nesse sentido, perguntar o que a outra pessoa escuta pode funcionar como um caminho para conhecer melhor seus interesses.
Com base nos resultados, o Hinge recomenda que os usuários exibam essas preferências no perfil. Fotos e vídeos feitos em shows e festivais podem ajudar a mostrar aspectos da personalidade e servir como ponto de partida para uma conversa.
As respostas do perfil também podem mencionar o próximo show que a pessoa quer assistir ou o artista que mais aparece nos fones. O aplicativo permite ainda incluir enquetes e áudios, usados para recomendar músicas, listar três artistas favoritos ou compartilhar um trecho cantado de uma faixa.
Para quem está começando uma paquera, a música pode entrar na conversa antes mesmo do encontro. Além da pergunta sobre o signo, descobrir o que está tocando no repeat da outra pessoa pode revelar afinidades e interesses em comum.





